Imbuí recebe projeto sobre hortas urbanas neste sábado

Com o objetivo de incentivar a comunidade a transformar espaços urbanos em hortas, o projeto “A Tenda o Verde” volta a Salvador após passar por nove cidades baianas. O encontro dessa vez será na Praça do Imbuí, localizada na Av. Jorge Amado, neste sábado (30), a partir das 9h. A equipe técnica vai apresentar orientações de como implantar uma horta, dar dicas de procedimentos referentes à produção das hortaliças, a escolha do local, das espécies a serem cultivadas, assim como a época de plantio e dos cuidados a serem tomados com o solo

Na ocasião, serão distribuídas sementes de tomate cereja, quiabo, coentro, milho amarelo (pipoca), milho preto e milho vermelho como incentivo à implantação da horta. Além disso, mudas de espécies nativas do bioma da mata atlântica, como cássia-rosa, sibipiruna, pindaíba, aroeira e ipê rosa, e aromáticas, como alecrim, orégano, manjericão, pimenta biquinho, hortelã e tomilho também serão doadas. Uma cartilha foi desenvolvida para auxiliar os baianos no manejo do solo e todas as etapas para serem bem sucedidos no desenvolvimento das hortas.

Desenvolvido pela Fundação Verde Herbert Daniel (FVHD), idealizado pelo seu presidente, Ivanilson Gomes, e coordenado pela Professora Mestre especialista em Educação Ambiental, Vânia Almeida, o projeto já passou pelo Parque da Cidade, em Salvador, Simões Filho, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Jequié, Jacobina, Irecê, Candeias e Juazeiro. E, dando início a segunda etapa de visitas, após a passagem pelo Imbuí, a tenda ainda pretende ir para Iaçu, Ilhéus, Itabuna, Lauro de Freitas, Alagoinhas, Brumado, Serrinha, e já recebeu convites para visitar cidades de outros estados brasileiros.

Segundo o presidente da FVHD, o objetivo do projeto é incentivar a sociedade a transformar espaços urbanos em hortas e tornar a relação da comunidade com o bairro e seu entorno mais prazerosa. “O desenvolvimento de uma horta urbana traz diversos benefícios pessoais e para a coletividade. Permite a economia financeira, fornece alimentos muito mais saudáveis do que os colhidos em plantações convencionais, proporciona o contato direto com a natureza e diminui a sensação de viver numa cidade concretada e poluída”, comenta Gomes.

 

Fonte: Informe Baiano

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