Negociações mostraram competência das nossas lideranças e a força da categoria

Mesmo com a greve, os patrões insistiam em não apresentar propostas, postura que foi duramente criticada nas reuniões de conciliação com a Superintendência Regional do Trabalho (SRT) e Ministério Público, e até mesmo pelo prefeito de Salvador, que acusou os empresários de estarem buscando a greve para pressionar a Prefeitura por reajuste de tarifa.

Eles perderam força. O julgamento do dissídio estava marcado para a segunda-feira seguinte (28) e eles teriam que suportar mais sete dias de prejuízos, o que colocava sob suspeita até mesmo o argumento deles de crise financeira no sistema.
Levamos a greve até o ponto máximo de tensão. Era a hora de parar. Com 1.1% de ganho real percentual que poucas categorias no país alcançaram, a categoria aprovou o fim da greve em assembleia nas garagens. Garantimos ainda a manutenção dos cobradores, o domingo de folga, todas as conquistas anteriores. e o mesmo percentual para os trabalhadores dos demais setores.

 

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